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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

CRIANDO NOVA VERSÃO DE HISTÓRIA


Chapeuzinho Vermelho
(a versão do Lobo)

Era uma vez um lobo muito gentil que adorava passear pelo bosque, onde ele tinha muitos amiguinhos.                                                                                              
O senhor lobo não podia ver doces que não conseguia se controlar e avançava rapidamente em cima dos doces.
Em uma aldeia ali perto morava uma menininha muito bonitinha, conhecida como a menina do chapeuzinho vermelho, junto com sua mãe. O que ninguém poderia imaginar é que essa menininha de rostinho angelical fizesse parte de uma família de caçadores que pegavam os pobres animaizinhos tiravam suas peles para fazer casacos.
Em um belo dia ensolarado a mãe de chapeuzinho fez seus deliciosos doces para que a menina pudesse usar como isca atraindo os animais do bosque para levá-los para a casa de sua vovozinha, onde ficava uma fábrica clandestina de casacos de pele.
Assim que os docinhos ficaram prontos, chapeuzinho saiu em busca de suas caças. Atraídos pelo cheiro dos doces, os animaizinhos foram sendo capturados pouco a pouco.
O lobo que passava ali por perto começou a sentir falta de alguns de seus amiguinhos.
Quando de repente sentiu um cheiro delicioso, não se controlando o lobo correu em direção a chapeuzinho querendo os doces da cesta.
- Por favor, linda menina, não consigo me controlar preciso de um doce! 
            Muito esperta, chapeuzinho logo pensa:
             “Hum, esse lobo é grande e tem um pêlo muito bonito, daria um maravilhoso casaco de pele e minha vovozinha ficaria orgulhosa de mim”... Não posso carregá-lo em minha cesta, vou atraí-lo para a casa da minha vovozinha. ’’
            - Ei menininha! Você vai me dar um doce ou não?!
 -Sinto muito senhor lobo, não posso lhe dar esses doces, mas para o lugar aonde vou tem muito, mas do que eu poderei lhe dar.
-Aonde?
-Na casa de minha vovozinha, que fica em uma aldeia depois do bosque.
-Muito obrigado linda menina!
Rapidamente o lobo pegou um atalho pelo bosque para chegar mais rápido na casa da vovó, pois ele não agüentava a vontade de comer os doces. Pelo caminho o lobo voltou a sentir falta de seus amiguinhos.
Chegando a casa de vovozinha, o lobo não se contendo olhou pela janela para ter certeza de que ali havia doces maravilhosos.
Levou um susto ao ver seus amiguinhos enjaulados e ficou mais assustado ainda quando viu uma senhora que vestia um casaco de pele de lobo. Logo percebeu que havia caído em uma armadilha e que na verdade não havia doces nenhum e sim uma fábrica clandestina de casacos de pele de animais.
De repente ele viu a vovozinha maltratando os animais e mais que depressa pensou:
-“Preciso salvar meus amiguinhos...”
-Já sei! Vou fingir ser a chapeuzinho para poder entrar e salva – los.
Então o lobo bate na porta:
TOC, TOC ,TOC....
-Quem este ai? Disse a vovozinha.
-É a sua metinha chapeuzinho vermelho. Disse o lobo imitando a voz da menina.
-Pode entrar minha metinha, a porta esta aberta.
            O lobo abriu a porta e entrou, atirou doce cima da vovó, começando assim um duelo entre os dois. Era chute pra lá, tapa pra cá e finalmente o lobo conseguiu prender a vovozinha em uma das jaulas e amordaça – lá.
            Na hora em que ele ia libertar os animaizinhos, escutou chapeuzinho bater na porta:
 TOC, TOC, TOC....
Sem pensar duas vezes o lobo se vestiu com a roupa da vovó e sentou na cadeira que estava perto para enganar a chapeuzinho, e disse;
-Pode entrar minha netinha a porta esta aberta.
Ao entrar chapeuzinho vermelho se dirige a vovó para mostrar os animais que consegui capturar. Chegando mais perto chapeuzinho estranha aparência da vovó, e pergunta:
-Vovozinha o que a senhora tem que esta tão diferente?
-Oh! Minha netinha, é que estou com uma baita alergia.
-Como suas orelhas estão grandes vovó!
-É! Mais assim consigo te ouvir melhor, minha netinha.
-E os seus olhos como estão grandes, vovó!
- Assim consigo te enxergar melhor, minha netinha.
-E os seus dentes como estão grandes vovó, é dentadura nova?
-Oh! É sim minha netinha. São pra comer esses doces que estão na sua cesta!
E dizendo isso atirou – se para cima da cesta. Ao fazer isso o chapéu do lobo caiu, e chapeuzinho ao ver que era um lobo partiu pra cima dele. Começou assim um outro duelo, tapa pra cá, chute pra lá, quando de repente o lobo agarrou a chapeuzinho e a prendeu na jaula junto com sua vó.
-O lobo correu para comer os doces da cesta, mas tomou um susto ao ver que havia mais animais ali dentro.
De repente chega o caçador em busca de sua encomenda de peles. Batendo na porta.
 TOC, TOC, TOC...
E disse:
-Vovó !Sou eu o caçador, vim buscar a encomenda de peles que fiz na semana passada. Muito esperto o lobo responde:
-Hum, só um minuto que já vou entregá-las.
Assim o lobo libertou os animais e abriu a porta da casa para o caçador que foi atacado por todos os animais que estavam ali.
E daquele dia em diante o castigo imposto por todos os animais do bosque foi que toda a família de caçadores, principalmente a da chapeuzinho vermelho fossem  plantar novas árvores e cuidar do bosque.

CHAPEUZINHO VERMELHO
LOBOS MAL
CHAPUZINHOS VERMELHO




CAÇADOR


VOVÓZINHA

Alimentação saudável

Para trabalhar o tema Alimentação Saudável usei o livro '' A Cesta de Dona Maricota''



   Após conversas sobre a importancia dos alimentos para nossa saúde, as vitaminas que eles possuem...  Fomos para parte prática, preparamos uma deliciosa Salada crua, Foi um sucesso! Provaram pepino, ropolho roxo, palmito...

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Obras de Tarsila segundo o Maternal



A Lua - Este quadro era o preferido de Oswald de Andrade, seu marido quando pintou a tela. Ele conservou o quadro até sua morte (mesmo já separado de Tarsila).






SOL POENTE

FASE SOCIAL

Operários - Tarcila pintou pessoas tristes, sofridas, pois trabalhavam muito e pouco tinham o que comer.

O maternal resolveu mostrar como todos dereriam ser ....
                         Alegres e felizes! 



Abaporu - Este é o quadro mais importante já produzido no Brasil. Tarsila quando viu a tela, assustou-se, ficou olhando aquela figura estranha e achou que ela representava algo de excepcional. Tarsila lembrou-se então de seu dicionário tupi-guarani e batizaram o quadro como Abaporu (o homem que come). Foi aí que Oswald escreveu o Manifesto Antropófago e criaram o Movimento Antropofágico, com a intenção de "deglutir" a cultura européia e transformá-la em algo bem brasileiro. O "Abaporu" foi a tela mais cara vendida até hoje no Brasil.

 O maternal utilizou diversas técnicas para comfeccionar a obra Abaporu, fazaendo com que a caracteristica de pés e mãos grandes permanecesse viva na pintura. Assim carimbamos os pés e as mãos os alunos com tinta guache.

domingo, 11 de julho de 2010



 


O Ovo ou Urutu - Nesta tela temos símbolos muito importantes da Antropofagia. A cobra grande é um bicho que assusta e tem um poder de "deglutição". A partir daí, o ovo é uma gênese, o nascimento de algo novo e esta era a proposta da Antropofagia.

Quando apreciavamos essa tela houve um debate pois alguns achavam que era uma minhoca, outros insistiam que era uma cobra. Mais todos concondaram que tinha um ovo.







 
 

MÃOS A OBRA !

Maternal pintando obras de Tarsila

Tarsila do Amaral

BIOGRAFIA


Tarsila do Amaral nasceu em 1º de setembro de 1886 na Fazenda São Bernardo, município de Capivari, interior do Estado de São Paulo.
Estuda em São Paulo e completa seus estudos em Barcelona, na Espanha, onde pinta seu primeiro quadro, “Sagrado Coração de Jesus”, aos 16 anos. Casa-se em 1906 com André Teixeira Pinto com quem teve sua única filha, Dulce. Separa-se dele e começa a estudar escultura . Posteriormente estuda desenho e pintura .
 Em 1922 tem uma tela sua admitida no Salão Oficial dos Artistas Franceses.  Nessa época começa seu namoro com o escritor Oswald de Andrade.
Volta à Europa em 1923 e tem contato com os modernistas que lá se encontravam: intelectuais, pintores, músicos e poetas.  Inicia sua pintura “pau-brasil” dotada de cores e temas acentuadamente brasileiros. Em 1926 expõe em Paris, obtendo grande sucesso. Casa-se no mesmo com Oswald de Andrade. Em 1928 pinta o “Abaporu” .
Em 1933 pinta o quadro “Operários” e dá início à pintura social no Brasil. No ano seguinte participa do I Salão Paulista de Belas Artes.  De 1936 à 1952, trabalha como colunista nos Diários Associados.
Nos anos 50 volta ao tema “pau brasil”. Participa em 1951 da I Bienal de São Paulo. Em 1963 tem sala especial na VII Bienal de São Paulo e no ano seguinte participação especial na XXXII Bienal de Veneza. Faleceu em São Paulo no dia 17 de janeiro de 1973.

Disponível em:  www.tarsiladoamaral.com.br

Projeto Mestre das Artes

Cada  turma tabalhou um pintor,  exploraram a biografia, apreciaram as obras e confeccionaram novas pinturas com muito entusiamos.

sábado, 6 de março de 2010

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO



PROJETAR – significa lançar-se para frente. Portanto, para elaaborar um projeto, é preciso ousadia, discussão, relfexão, desejo de renovação e, sobretudo, participação de todos os envolvidos no processo escolar.

O QUE É?
• Instrumento de conquista e consolidação da autonomia da escola que possibilita a democratização das relações de poder no âmbito escolar;

• Participação compartilhada (toda comunidade escolar – pais, alunos, docentes, funcionários) do processo decisório, apontando problemas e discutindo as possíveis soluções;

• Insturmento singurlar, embora produto de construção coletiva, único de cada escola, retrato de sua realidade atual e prospectiva: sua filosofia, seu posicionamento pedagógico, seu cotidiano e sua gestão;

• Resultado de um processo de planejamento participativo no qual todos os integrantes da comunidade escolar discutem os objetivos maiores da escola, seus problemas e os caminhos que serão traçados para resolvê-los;

• Projeto que delineia rumos futuros para a escola, revendo o que está instituido para instituir outra realidade;

• Instrumento, sempre de caráter Político, na medida em que implica reflexão sobre a sociedade que temos, posicionamentos, opções e ações com relação à sociedade que desejamos construir, que se expressa, certamente, numa escola que se pretende cidadã, autônoma, questionadora, inquieta e construtora de um futuro social melhor.

• Instrumento que se constitui em um norte para a ação pedagógica, que busca resgatar o sentido político libertador da ação educacional.

- Segundo Vasconcellos (1995) : “ um instrumento teórico-metodológico que objetiva auxiliar o enfrentamento dos desafios cotidianos, de forma refletida e participativa”. Que nos indica como metodologia a problematização da realidade.

- Gandim (1994) sugere algumas questões importantes que ajundam na reflexão sobre esta realidade, através de perguntas que desafiem os sujeitos, incitando-os à reflexão, ao debate e à tomada de decisões.



OBJETIVOS:
• Criar processos de articulação entre a escola e a sociedade, ao mesmo tempo que ressalta a necessária participação dos docentes na sua elaboração.

ETAPAS CONSTITUTIVAS DO PROJETO PEDAGÓGICO

1.1 – Identificação da Unidade Escolar:

• entidade mantenedora /nome e endereço completo /decreto de criação /cursos que oferece, com níveis e modalidas com as respectivas matrizes curriculares /estrutura dos cursos (séries /ciclos,grupos não seriados)

1.2 - Fundamentação teórica e política:

• que tipo de sociedade que deseja auxiliar a construir e de cidadão que busca formar e, consequentemente,qual o posicionamento pedagógico que pretende adotar.

1.3 – Programação:

• Proposta de ação para aproximar a realidade existente da realidade desejada (ações concretas):

- projetos para atualização de professores;

- projetos interdisciplinares;

- projetos envolvendo a comunidade;

- gestão de recursos;

- compra de equipamentos para escola;

- reestruturação do espaço físico e social, etc...



1.4 – Estrutura e Organização da Escola

• Recursos humanos existenes/ calendário escolar /matrícula /organização de turmas /transferência/ turnos e horários da escola /sistema de avaliação /recursos físicos disponíveis (salas de aula, biblioteca, espaços de novas tecnologias, espaços livres, etc.)/currículo, programas e projetos.

- Quanto aos turnos e horário da escola = o calendário prevê tempo destinado ao encontro dos professores para estudo, discussão e implementação de projetos?

- Quanto aos recursos físicos = existem horários para frequência à bilbioteca pelos alunos e professores?

- Quanto ao sistema de avaliação = como é organizada a avaliação no cotidiano da escola? Quais os objetivos da avaliação? O que acontece com o aluno reprovado: melhora, piora ou mantém o mesmo rendimento?

- Critérios = a escola vai trabalhar com nota, conceito, relatório, registro individual?

- Procedimentos = como é organizada a prática avaliativa nas diferentes disciplinas? Há uma discussão prévia dos professores?

- Recuperação paralela = como a escola planeja esta recuperação? Existem aulas de reforço para os alunos que não acompanham o grupo?

- Progressão parcial = como é oferecida a dependência? Os alunos podem efetivamente frequentá-la? Os professores organizam programas especiais? Como têm sido os resultados da dependência?

- Aceleração da parendizagem = quais as estratégias que têm sido desenvolvidas e o que fazer para obter melhores resultados?

- Quanto ao currículo, programas e projetos = as disciplinas são trabalhadas através da grande quantidade de conteúdos ou há uma preocupação com a seleção e o aprofundamento daqueles que realmente têm significado para a construção da cidadania do aluno? As disciplinas são ensinadas isoladmente ou procura-se integrar as áreas do conhecimento? De que modo se processa essa integração: por temas, por conceitos, por projetos?


Gestão Escolar Democrática

• Participação dos diferentes segmentos da escola no processo decisório;

• Organização disciplinar: direitos e deveres do alunado, do professor, do funcionário (Regimento Escolar);

• Organização do Grêmio Escolar;

• Estabelecimento de competência dos diferentes setores da escola;

• Oferecimento de espaços de formação continuada;

• Participação da comunidde no cotidiano escolar.

1.5 – Acompanhamento e Avaliação do Projeto Pedagógico

• O PPP necessita de acompanhamento sistemático para que se possa verificar se o planejamento está adequado, quais os objetivos que foram atingidos, quais as metas que não foram alcançadas e quais
ações necessitam de redirecionamento. Assim, é preciso que o grupo estabeleça como pretende realizar o processo de avaliação e acompanhamento do PPP, quando de sua elaboração.

Prof. Maria Celeste Lameira




segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Projeto Identidade

O projeto sobre identidade que elaborei para trabalhar com a minha turma abordou nome e sobrenome, história do nome, características físicas e pessoais, semelhanças e diferenças, etc. Aprendemos a respeitar as diferenças físicas e de personalidade, a importância da família...
Para trabalharmos com sobrenome recorremos a nossa certidão de nascimento e músicas, assim percebermos que o nosso sobrenome é de origem familiar, ou seja, ele vem acompanhando o nome dos avôs, do pai, da mãe e logo o nome da criança, e que só as pessoas tem sobrenome.

Objetivos:
- Levar a criança a valorizar sua origem, respeitando as diferenças.
- Conhecer e entender a história do seu nome.
- Compreender a importância de ter um nome.
- Reconhecer o seu sobrenome
- Diferenciar o nome do sobrenome.
- Conhecer a estrutura familiar.
- Perceber que o sobrenome é de origem familiar, ou seja, vem acompanhando o nome do avô, do pai, da mãe ... e logo o da criança. ( Utilizar certidão de nascimento)
- Identificar características físicas e pessoais em si e no outro. ( utilizar espelho)
- Perceber que só as pessoas tem sobrenome.
- Conhecer os componetes da família.
-Identificar hábitos de sua família.
-identificar diferentes composições familiares.

* BRUNA VALERIANO *

Projeto Carnaval


Turma :  Educação Infantil  

Duração:  1 mês

Justificativa:
Este projeto tem por com objetivo promover socialização e alegria, resgatar antigas cantigas e marchinhas.
Objetivos:

- Conhecer a história do carnaval;
- Conhecer as marcinhas e a biografia de cantores ou interpretes que fizeram parte do nosso carnaval; 
- Valorizar o carnaval como forma de divertimento;
- Aprender costumes dos antigos carnavais.

Desenvolvimento:
As atividades serão desenvolvidas de forma coletiva e individual com a interação entre professor e aluno.
Os alunos desenvolverão várias atividades tais como:

-Conversa informal sobre o tema carnaval.
- Pesquisar com às pessoas mais velhas como era o carnaval de antigamente.
- Ouvir o tipo de música que tocava no carnaval antigamente.
- Pesquisar sobre a origem das marcinhas, pricipais cantore e interpretes, etc.
- Confeccionar cartaz com  dados importantes sobre marchinhas.
- Conversa informal sobre a vida da cantora Emilinha Borba.
- Produzir um texto sobre a vida de Emilinha Borba.
- Listar os títulos das marchinhas mais conhecidas de Emilinha.
- Ouvir as marcinhas de Emilinha Borba que iremos trabalhar.
- Fazer um blocão com as letras das marchinhas trabalhadas.
- Pedir aos alunos que confeccionem máscaras usando materiais variados: sucatas, brocal, lantejoulas, etc.


Recursos Didáticos:
... De acordo com a criatividade do professor
Culminâcia:
Baile de carnaval ao som das marchinhas.

* Projeto criado por Bruna Valeriano*