Glitter Words

domingo, 28 de fevereiro de 2010

O fazer artistico na Educação Infantil


Como o mundo é repleto de significados e cheio de descobertas, nesta fase da infância! O ensino de Arte aborda uma série de significações, tais como: o senso estético, a sensibilidade e a criatividade.


A criança na educação infantil, se encontra em fase de pensamento concreto e faz largo uso de seus sentidos para enriquecer suas experiências. Nesta fase, as atividades artísticas fornecerão ricas oportunidades para o seu desenvolvimento, uma vez que, põem ao seu alcance os mais diversos tipos de material para manipulação.

Quando as habilidades infantis são estimuladas, ajudam no processo de aprendizagem, pois desenvolvem a percepção e a imaginação - recursos indispensáveis para a compreensão de outras áreas do conhecimento humano. Estabelecendo, sempre, um diálogo entre todos os participantes da turma - que é uma questão fundamental para que haja uma comunicação ampla - que será ampliado, desenvolvido, trabalhado, estimulado, aprimorado e praticado com constância para que a criança tenha o máximo desempenho de sua capacidade cognitiva.

Dicas de atividades :



01- DESENHO COM FOLHA DE PLANTA:


Desenhar com giz de cera usando folhas de diversas formas e tamanhos.









02 - DESENHO ESPELHO:


Oriente os alunos a dobrar a folha de papel ofício ao meio e pingar cola colorida na dobra – tornar a dobrar a folha e aparecerá uma surpresa.







03 - BOLINHAS DE SABÃO:


Material Necessário: anilinas, detergente incolor, canudos, papel ofício e copos descartáveis.

Procedimento: Coloque um pouco de detergente com algumas gotas de anilina no copo ( cada copo com uma cor diferente ) – os alunos deverão molhar o canudo nos copos e soprar fazendo bolinhas de sabão no papel oficio.

OBS: Uma técnica que surte efeito muito bonito mas é necessário que o professor tenha muita atenção para que as crianças não engulam o detergente.


04- DESENHO MÁGICO:


Desenhar no papel usando apenas giz de cera branco, em seguida, com pincel passe tinta guache em toda folha. As crianças adoram a surpresa!








05 - DESENHO LIVRE BRANCO NO PRETO:

Material Necessário: papel cartão preto, giz de cera branco e creme dental branco.

Procedimento: Desenhar livremente no papel cartão usando o giz e o creme dental.

 
 
 
06 - TEXTURA, FORMA E COR:


Colagem de areia colorida em quadrados, triângulos e círculos.

 
 
 
 
 
 
 
07 - PAPEL ÚMIDO:


Molhar a folha com algodão e pintar em seguida com tinta guache

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Outras idéias: Pintar com os dedos, com esponjas, com escova de dente, com giz de lousa molhado no leite, desenhar na lixa, desenhar com hidrocor sobre papel camurça.


A criança trabalha com as mãos, aprendendo e apreendendo o mundo; vê através delas, manipulando e modificando, destruindo e construindo, observando, mas sobretudo criando. Através das atividades lúdicas a criança consegue se exprimir; entretanto, também se torna necessário mostrar-lhe alternativas, perspectivas e concepções: a Arte como co-autora da nossa sociedade - ampliando, assim, sua visão de possibilidades, na experiência entre o real e o imaginário, do comparativo e do demonstrativo da realidade humana.

Compete ao professor a estimulação da criança, em todos os sentidos visuais e perceptivos, pois sua sensibilidade e criatividade serão privilegiadas.

FONTE: http://www.projetospedagogicosdinamicos.com/

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Eu vou participar ...


Amigas blogueiras...

Voltei a rotina ( trabalho x faculdade ) e  estou ficando sem tempo de entrar no blog constantemente...
Mais não se preocupem no final de semana estarei postando novidades e enviando os pedidos do material de cultura africana a todas .
Beijos

Até breve

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

A AVALIAÇÃO NA CONSTRUÇÃO DE SABERES


A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9394/96 estabelece que deve haver avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais. Portanto, se faz necessário aprofundarmos a discussão sobre o tema, tomarmos consciência do papel social da escola e ressignicarmos a avaliação, no intuito de integrá-la ao processo ensino-aprendizagem.


Pois, se avaliarmos para perceber as dificuldades de nossos alunos e ajudando-os a superá-las, sem expô-los, instigando-os a buscar mais e de forma prazerosa o conhecimento e elogiando seus progressos, estaremos fazendo crescer sua auto-estima, despertando seu interesse e predispondo-o para a aprendizagem. E assim, a avaliação estará realmente cumprindo seu papel.

Ao considerarmos ser o papel da avaliação escolar o de orientar o processo de aprendizagem, tanto para os alunos quanto para os professores, constatamos que um diagnóstico, por si só, não tem qualquer validade, pois de nada adianta classificar os alunos por números ou letras se o resultado não servir de guia à busca de melhorias, soluções alternativas para as dificuldades de aprendizado e construção conjunta de novas oportunidades de constituição de saberes e conhecimentos.

Assim, sempre será necessário refletir sobre: Como avaliar? Por que avaliar? O que fazer com os resultados obtidos? Pois, a concepção ideal da avaliação engloba necessariamente a avaliação do próprio professor, diz a psicopedagoga Regina Wakim. Portanto, é essencial o professor se auto-avaliar, percebendo a forma como está promovendo as situações de aprendizagem e, se está atendendo ou não às necessidades individuais de cada aluno.

Dessa forma, sem o envolvimento integral professor/aluno no processo avaliativo, na busca da promoção da melhor qualidade do ensino-aprendizagem, a avaliação perde sua finalidade e, não atinge seu fim último que, deve ser a conquista de conhecimentos e do prazer em descobrir coisas novas e significativas.

Então, encontrar o tom ideal da avaliação deve ser uma das principais metas do professor, pois ao dizermos que sua postura deve ser de acolher o aluno, de buscar entendê-lo, de descortinar-lhe os horizontes do saber, de mostrar-lhe as possibilidades de alcançar uma vida mais digna, destaca-se mais uma vez, a importância da avaliação, na construção do exercício de um diálogo franco em todos os momentos do processo ensino-aprendizagem, inspirando confiança, participação e integração do grupo, na direção do êxito.



sábado, 30 de janeiro de 2010

PRÁTICA EDUCATIVA CONSCIENTE: UMA NOVA VISÃO PARA 2010

O professor, ao planejar, deve refletir sobre tudo que diz respeito ao processo de constituição de conhecimentos, conceitos e valores e, não só em relação aos conteúdos a serem trabalhos, os quais devem apresentar como aspecto relevante, sua função social.



Nessa reflexão precisa-se considerar que o planejamento deve atender às especificidades dos educandos e da comunidade, procurando se aproximar ao máximo possível do contexto social, conectando-se ao mundo e às constantes transformações, de modo a intermediar e aprimorar os vários conhecimentos e linguagens.


“Quanto mais separado da experiência um determinado conteúdo, maiores e mais complicadas as mediações verbais”, afirma Rubem Alves. Portanto, tudo o que se experimenta e se vive é mais facilmente interiorizado.


Assim, o professor, deve constantemente refletir sobre: Que realidade temos? Que realidade pretendemos? Como chegar ao que pretendemos? E, ao planejar-se para responder a estas perguntas, propor a si mesmo um ambiente de sala de aula que privilegie o seu crescimento pessoal e profissional e, também de seus alunos, na interação, onde ele e alunos possam aprender um com os outros, marcando esse espaço por momentos de troca de experiências, de conhecimentos, onde o crescimento ocorra de maneira coletiva.


Por isso, é imprescindível, também, que o professor acredite nas potencialidades de seus alunos e, esteja continuamente incentivando-as e, investindo nelas.


Michel Foucault (1926-84), afirma que o saber constitui um instrumento efetivo de poder e de controle. Por isso, ao analisarmos que o mundo atual é caracterizado mais por dúvidas do que por certezas e que, vivemos em uma sociedade em constante mudança, marcada tanto pelos avanços científicos e tecnológicos, responsáveis por profundas transformações nos rumos da humanidade, como pelas mazelas do desenvolvimento desenfreado e desigual, verificamos que o constante aperfeiçoamento do educador nesse processo de crescimento recíproco é essencial. Seus conhecimentos precisam ser atualizados e consolidados, de forma a se sentir capaz de utiliza-los com o máximo de aproveitamento e destreza em meio à diversidade, pois é por meio dela que temos a oportunidade de desenvolver os diferentes tipos de inteligência.


Sabemos que ao longo do período letivo o olhar do professor precisa ser acolhedor, entendendo as diferenças individuais, e suas ações voltadas para a possibilidade de superação e sucesso, pois ele é o mediador de esperanças, e se desanimar estará comprometendo inúmeras vidas.


Por isso, se desejamos formar cidadãos, sujeitos de seu próprio conhecimento, autônomos e críticos, temos que primeiro servir de exemplo, pois a escola é o lugar de compartilhar, de crescer e de se realizar.


Assim, como “arremate” de nossa reflexão, devemos lembrar que a postura diante da avaliação é preponderante.


Ao avaliar, o professor, deve procurar ter uma visão global do educando, compreendendo o constante processo de constituição de conhecimentos, não perdendo de vista os objetivos propostos.


Avaliar é acolher, construir e incluir. Sugere ação, tomada de decisão. Por isso, não se deve utilizar a avaliação como instrumento de exclusão e classificação, pois a avaliação deve, principalmente, viabilizar um ensino melhor.


Deve-se, pois, avaliar como se tem usado os mecanismos de avaliação: Como recurso disciplinar? Como recurso de classificação? Como recurso de pura aprovação ou reprovação? Como recurso de libertação? Como recurso de submissão?


Aplicar instrumentos de avaliação requer cuidado porque se trata de seres humanos com suas peculiaridades e múltiplas experiências, as quais não são detectadas em um único momento e, sim, ao longo de um processo.


Portanto, avaliar deve representar, principalmente, o comprometimento de todos (alunos e professores) com a melhoria da qualidade de ensino-aprendizagem e de vida.


LEMBREM-SE: “nada de grande no mundo é feito sem paixão” - Georg Wilhelm Friedrich Hegel (filósofo alemão)


MARIA CELESTE

DEDOCHES


FANTOCHES



 


segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Criando o ambiente alfabetizador

A sala de aula da Educação Infantil pode e deve ser um ambiente propício para desenvolver todas as habilidades de maneira prazerosa. Assim deverá conter  inúmeros materiais adequados à realização de atividades lúdicas, previamente planejadas com o intuito de desenvolver as habilidades necessárias.

As atividades denominadas "rotineiras", como a chamadinha básica com os nomes e fotos dos alunos; a janelinha do tempo; o cartaz dos dias da semana, poderá ser introduzido também,uma importante notícia do dia, uma data especial, um acontecimento na escola, ou simplesmente a conclusão do dia registrada por escrito juntamente com os alunos.
 
Então, aqui estão algumas sugestões, idéias, que devem ser analisadas e adequadas a cada professor, a cada escola, a cada turma, e até, a cada aluno.


CHAMADINHA EXPOSTA NO CARTAZ DE PREGAS


 


 JANELINHA DO TEMPO


GALERIA DO AUTO - RETRATO


PAINEL DE ANIVERSARIANTES



domingo, 24 de janeiro de 2010

MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL




A matemática está presente na arte, na música, em histórias, na forma como organizo o meu pensamento, nas brincadeiras e jogos infantis. Uma criança aprende muito de matemática, sem que o adulto precise ensiná-la. Descobrem coisas iguais e diferentes, organizam, classificam e criam conjuntos, estabelecem relações, observam os tamanhos das coisas, brincam com as formas, ocupam um espaço e assim, vivem e descobrem a matemática. Contudo, é importante pensarmos que tipo de materiais podemos disponibilizar para as crianças a fim de possibilitar-lhes tais descobertas.

O Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI) (2008, p. 207) alerta que o trabalho com noções matemáticas deve atender as necessidades da criança de Educação Infantil e estimulá-la a construir conhecimentos nos mais variados domínios do pensamento.

Os objetivos da Educação Infantil para o Ensino da Matemática segundo o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (1998, p. 215) são:

-estabelecer aproximações a algumas noções matemáticas presentes no seu cotidiano, como contagem, relações espaciais, etc. (...)

-reconhecer e valorizar os números, as operações numéricas, as contagens orais e as noções espaciais como ferramentas necessárias no seu cotidiano;

-comunicar idéias matemáticas, hipóteses, processos utilizados e resultados encontrados em situações-problema relativas a quantidades, espaço físico e medida, utilizando a linguagem oral e a linguagem matemática;

-ter confiança em suas estratégias e na sua capacidade para lidar com situações matemáticas novas, utilizando seus conhecimentos prévios.

JOGO DA MEMÓRIA DE NÚMEROS
















                                                      

Ambiente Alfabetizador

Sabemos que experiências variadas proporcionam oportunidades para o aluno adquirir um vocabulário maior, o que por sua vez, vai permitir que ele tenha melhores condições para construir o conhecimento.
 ''Criar um ambiente alfabetizador significa organizar a sala de aula de maneira que cada parte ofereça materiais que favoreçam a aquisição de conhecimentos''.


-Canto da leitura;
-Materiais diversos com ilustrações e escritas ( jornais, revistas, dicionários, folhetos, embalagens, etc.);
-Alfabeto ilustrado;
-Seqüência numérica;
-Calendário;
-Painel de aniversariantes:
-Painel de ajudantes;
-Listão de palavras.

As crianças possuem preferências por atividades diferentes. Cada criança também tem um ritmo próprio. O desenvolvimento das suas atividades psicomotoras, de seu relacionamento com os outros, de sua fala e diversas outras formas de comunicação vão acontecendo em épocas relativamente distintas. Elas reagem de formas diferentes, por isso o ambiente alfabetizador precisa ser organizado e assimilado aos hábitos de trabalho que contribuem para a independência de cada uma delas. A sala de aula deve incentivar o interesse pela leitura, escrita e manuseio do material didático. Os materiais expostos devem apresentar ordem e clareza, não devendo provocar poluição visual.


sábado, 16 de janeiro de 2010

HISTÓRIA E CULTURA AFRO - BRASILEIRA EM SALA DE AULA

Desenvolvi este trabalho para um seminário sobre '' A cultura negra'' no curso de pedagogia.
Tenho a apresentação em power point, se algum se interessar é só deixar um recadinho que envio por email.
Beijocas
♥ Bruna Valeriano ♥
























Bonequinhos de rolo de papel higiênico





Fiz esses bonequinhos para o aniversário da minha irmã, porém eles podem ser feitos para quaquer ocasião, é só modificar alguns detalhes.
Com a minha turminha, fiz os personagens da história '' As tranças de Bintou'', infelizmente não tenho fotos.

Utilizei:
rolo de papel higiênico, tinta guache branca, canetinha, TNT,
papel de bala e placa Eva, olhinhos pronto e fitilho.

Bom trabalho !

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR

Brincar faz parte do ser criança. A brincadeira instintivamente é usada pelo bebê para descobrir o mundo. Brincando a criança descobre o mundo, como ele funciona ,aprende, se desenvolve, experimenta. Brincando a criança vai adquirindo noções espaciais, produz sons, desenvolvem o cérebro para funções como a fala e o andar, auxiliando no seu desenvolvimento global. Os tipos de brincadeira e a forma de brincar se modificam de acordo com a etapa de desenvolvimento que a criança apresenta. A criança exercita e organiza o pensamento, a noção de individualidade, a linguagem, a necessidade de perseverar entre outros. Na brincadeira a criança exprime seus medos, desejos, experiências. De forma simbólica o brinquedo torna-se um meio de expressão. Se o brincar é algo tão importante no desenvolvimento da criança, é também fundamental para o desenvolvimento da linguagem e da fala. A adequada aquisição e desenvolvimento da comunicação depende de vários fatores, entre eles: o biológico, o afetivo e o social.
Entre os aspectos biológicos, podemos destacar o processo de maturação do sistema nervoso central, ou seja o sistema nervoso central vai evoluindo, se especializando e todas as suas funções também. O Sistema Nervoso Central é responsável pelo desenvolvimento global do indivíduo. Os aspectos afetivos e sociais são a interação com a criança, o estímulo, a confiança transmitida a ela, a atenção dada a criança e tudo referente ao meio ao qual ela pertence. A criança aprende por intermédio da interação com o ambiente, essa interação é também é realizada com o ato de brincar. Brincando os pais conversam com o bebê, apresentam-lhe objetos, aos poucos será por meio do balbucio (um brincar com os sons) a criança irá imitar os sons que ouve. No bebê, a brincadeira é uma forma de interação do adulto com ele, o bebê sozinho ainda não é capaz de simbolizar e usar a brincadeira para isso. Logo, o brincar inicial do bebê é uma experimentação do mundo, ele manuseia objetos, joga, bate, empilha explora o mundo de forma ainda primária condizente com a sua fase, denominada pelos especialistas de fase sensório-motora (etapa inicial do desenvolvimento cognitivo corresponde a aproximadamente os dois primeiros anos de vida). Quando a criança começa a simbolizar, fase da brincadeira simbólica, construída gradativamente, propicia que a linguagem evolua com mais rapidez, assim a linguagem influencia na evolução da brincadeira e a brincadeira auxilia na evolução da linguagem.

A falta de brincadeira pode deixar seqüelas, como dificuldades em se relacionar, medos e outras ainda mais graves. Na dúvida de como lidar com alguma dificuldade em relação ao brincar de uma criança, ou se a mesma não brinca, é importante que se procure um profissional capacitado, como um psicólogo, um pedagogo, para uma orientação específica.

Brincar é ganhar tempo... lembre-se disso

"Brincar com crianças não é perder tempo, é ganhá-lo. Se é triste ver meninos sem escola, mais triste é vê-los sentados, enfileirados, em salas sem ar, fazendo exercícios estéreis à formação do homem - cidadão”.

(Carlos Drumond de Andrade)


terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Oficina de Artes...


Pintura à dedo.

Sequência numérica

Logo após trabalharmos na roda a seuquência numérica com tampinhas de garrafa, realizamos a seguinte atividade:
 Cada criança recebeu uma tira com números de um a dez, recortaram e embaralharam os números, depois tiveram o desafio de coloca - los na sequência correta.


Gente tem sobrenome...

Trabalhando a música Gente tem sobrenome...

- Escrever a música em coletivo
- Perguntar o porque é importante ter um nome e sobrenome. Onde se registra o nome das pessoas? E o que acham que pode acontecer com uma criança que não tem registro de nascimento? (Mostrar uma Certidão de Nascimento ou pedir que as crianças levem)
- Elaborar legendas para destacar informações no texto, exemplo: pintar de amarelo o nome das flores, de azul os brinquedos e de verde os alimentos. ( Interessante destacar o que não tem sobrenome)
- Descobrir no texto palavras que rimam.
- Pedir para desenharem os brinquedos já destacados no texto.
- Escrever o sbrenome das crianças, etc.






Baseado em uma estrofe da música, pesquisamos em jornais e revistas coisas não não tem sobrenome e o que tem.

Trabalhando sobrenome

Gente Tem Sobrenome

 Composição: Toquinho / Elifas Andreato


Todas as coisas têm nome,
Casa, janela e jardim.
Coisas não têm sobrenome,
Mas a gente sim.
Todas as flores têm nome:
Rosa, camélia e jasmim.
Flores não têm sobrenome,
Mas a gente sim.

O Jô é Soares, Caetano é Veloso,
O Ary foi Barroso também.
Entre os que são Jorge
Tem um Jorge Amado
E um outro que é o Jorge Ben.
Quem tem apelido,
Dedé, Zacharias, Mussum e a Fafá de Belém.
Tem sempre um nome e depois do nome
Tem sobrenome também.

Todo brinquedo tem nome:
Bola, boneca e patins.
Brinquedos não têm sobrenome,
Mas a gente sim.

Coisas gostosas têm nome:
Bolo, mingau e pudim.
Doces não têm sobrenome,
Mas à gente sim.

Renato é Aragão, o que faz confusão,
Carlitos é o Charles Chaplin.
E tem o Vinícius, que era de Moraes,
E o Tom Brasileiro é Jobim.

Quem tem apelido, Zico, Maguila, Xuxa,
Pelé e He-man.
Tem sempre um nome e depois do nome
Tem sobrenome também.


ALFABETO