domingo, 7 de novembro de 2010

Dia da Consciência Negra




História do Dia Nacional da Consciência Negra

Esta data foi estabelecida pelo projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. Foi escolhida a data de 20 de novembro, pois foi neste dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares.
A homenagem a Zumbi foi mais do que justa, pois este personagem histórico representou a luta do negro contra a escravidão, no período do Brasil Colonial. Ele morreu em combate, defendendo seu povo e sua comunidade. Os quilombos representavam uma resistência ao sistema escravista e também um forma coletiva de manutenção da cultura africana aqui no Brasil. Zumbi lutou até a morte por esta cultura e pela liberdade do seu povo.

Importância da Data

A criação desta data foi importante, pois serve como um momento de conscientização e reflexão sobre a importância da cultura e do povo africano na formação da cultura nacional. Os negros africanos colaboraram muito, durante nossa história, nos aspectos políticos, sociais, gastronômicos e religiosos de nosso país. É um dia que devemos comemorar nas escolas, nos espaços culturais e em outros locais, valorizando a cultura afro-brasileira. 
A abolição da escravatura, de forma oficial, só veio em 1888. Porém, os negros sempre resistiram e lutaram contra a opressão e as injustiças advindas da escravidão. 
Vale dizer também que sempre ocorreu uma valorização dos personagens históricos de cor branca. Como se a história do Brasil tivesse sido construída somente pelos europeus e seus descendentes. Imperadores, navegadores, bandeirantes, líderes militares entre outros foram sempre considerados hérois nacionais. Agora temos a valorização de um líder negro em nossa história e, esperamos, que em breve outros personagens históricos de origem africana sejam valorizados por nosso povo e por nossa história. Passos importantes estão sendo tomados neste sentido, pois nas escolas brasileiras já é obrigatória a inclusão de disciplinas e conteúdos que visam estudar a história da África e a cultura afro-brasileira.


LEI 11 645

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1o  O art. 26-A da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar com a seguinte redação:
Art. 26-A.  Nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, públicos e privados, torna-se obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena.
§ 1o  O conteúdo programático a que se refere este artigo incluirá diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil.
§ 2o  Os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras.” (NR)
Art. 2o  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.


                                                              LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
                                                                  Fernando Haddad

Histórico das lutas e conquistas

Feito por Bruna Valeriano, com a técnica de papel marche

¢1948 Jornal Quilombo.
¢1949 - 1º Congresso do Negro Brasileiro.
¢Década de 1950Primeiros estudos em livros didáticos no Brasil.
¢Décadas de 1960 e 1970 - Oficialização da ideologia da democracia racial.
¢Década de 1980 - Retomada dos estudos sobre preconceitos e estereótipos raciais em livros didáticos.
¢1984 - discussões sobre a necessidade de rever o currículo e introduzir conteúdos não discriminatórios.
¢1985 - Foi questionada comemoração de 13 de maio.
¢1986 Na Bahia foi inserida a disciplina Introdução aos Estudos Africanos.
¢1996 - Entre os critérios de avaliação dos livros didáticos comprados e distribuídos pelo PNLD foram incluídos aqueles específicos sobre questões raciais.
¢1998 - Inclusão da Pluralidade Cultural entre os temas transversais nos Parâmetros Curriculares Nacionais.  
¢2003 - A publicação da Lei n° 10.639.

domingo, 22 de agosto de 2010

CURUPIRA


 FANTOCHE  DO CURUPIRA: 

. CAIXA DE LEITE
. PAPEL GLACE VERDE
. PAPEL DE BALA
* OS PÉS DO CURUPIRA FOI FEITO COM O CARIMBO DOS PÉS DE CADA ALUNO.

Ficou lindo e todos os alunos amaram conhecer a lenda e confeccionar o Curupira.

Quem é o curupira 
O folclore brasileiro é rico em personagens lendários e o curupira é um dos principais. De acordo com a lenda, contada principalmente no interior do Brasil, o curupira habita as matas brasileiras. De estatura baixa, possui cabelos avermelhados (cor de fogo) e seus pés são voltados para trás.
A função do curupira é proteger as árvores, plantas e animais das florestas. Seus alvos principais são os caçadores, lenhadores e pessoas que destroem as matas de forma predatória.
Para assustar os caçadores e lenhadores, o curupira emite sons e assovios agudos. Outra tática usada é a criação de imagens ilusórias e assustadoras para espantar os "inimigos da florestas". Dificilmente é localizado pelos caçadores, pois seus pés virados para trás servem para despistar os perseguidores, deixando rastros falsos pelas matas. Além disso, sua velocidade é surpreendente, sendo quase impossível um ser humano alcançá-lo numa corrida.
De acordo com a lenda, ele adora descansar nas sombras das mangueiras. Costuma também levar crianças pequenas para morar com ele nas matas. Após encantar as crianças e ensinar os segredos da floresta, devolve os jovens para a família, após sete anos.
Os contadores de lendas dizem que o curupira adora pregar peças naqueles que entram na floresta. Por meio de encantamentos e ilusões, ele deixa o visitante atordoado e perdido, sem saber o caminho de volta. O curupira fica observando e seguindo a pessoa, divertindo-se com o feito.
Não podemos esquecer que as lendas e mitos são estórias criadas pela imaginação das pessoas, principalmente dos que moram em zonas rurais. Fazem parte deste contexto e geralmente carregam explicações e lições de vida. Portanto, não existem comprovações científicas sobre a existência destas figuras folclóricas.

Fonte de pesquisa:   www.suapesquisa.com/musicacultura/curupira.htm


 

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Obras de Tarsila segundo o Maternal



A Lua - Este quadro era o preferido de Oswald de Andrade, seu marido quando pintou a tela. Ele conservou o quadro até sua morte (mesmo já separado de Tarsila).






SOL POENTE

FASE SOCIAL

Operários - Tarcila pintou pessoas tristes, sofridas, pois trabalhavam muito e pouco tinham o que comer.

O maternal resolveu mostrar como todos dereriam ser ....
                         Alegres e felizes! 



Abaporu - Este é o quadro mais importante já produzido no Brasil. Tarsila quando viu a tela, assustou-se, ficou olhando aquela figura estranha e achou que ela representava algo de excepcional. Tarsila lembrou-se então de seu dicionário tupi-guarani e batizaram o quadro como Abaporu (o homem que come). Foi aí que Oswald escreveu o Manifesto Antropófago e criaram o Movimento Antropofágico, com a intenção de "deglutir" a cultura européia e transformá-la em algo bem brasileiro. O "Abaporu" foi a tela mais cara vendida até hoje no Brasil.

 O maternal utilizou diversas técnicas para comfeccionar a obra Abaporu, fazaendo com que a caracteristica de pés e mãos grandes permanecesse viva na pintura. Assim carimbamos os pés e as mãos os alunos com tinta guache.

domingo, 11 de julho de 2010



 


O Ovo ou Urutu - Nesta tela temos símbolos muito importantes da Antropofagia. A cobra grande é um bicho que assusta e tem um poder de "deglutição". A partir daí, o ovo é uma gênese, o nascimento de algo novo e esta era a proposta da Antropofagia.

Quando apreciavamos essa tela houve um debate pois alguns achavam que era uma minhoca, outros insistiam que era uma cobra. Mais todos concondaram que tinha um ovo.







 
 

MÃOS A OBRA !

Maternal pintando obras de Tarsila

Tarsila do Amaral

BIOGRAFIA


Tarsila do Amaral nasceu em 1º de setembro de 1886 na Fazenda São Bernardo, município de Capivari, interior do Estado de São Paulo.
Estuda em São Paulo e completa seus estudos em Barcelona, na Espanha, onde pinta seu primeiro quadro, “Sagrado Coração de Jesus”, aos 16 anos. Casa-se em 1906 com André Teixeira Pinto com quem teve sua única filha, Dulce. Separa-se dele e começa a estudar escultura . Posteriormente estuda desenho e pintura .
 Em 1922 tem uma tela sua admitida no Salão Oficial dos Artistas Franceses.  Nessa época começa seu namoro com o escritor Oswald de Andrade.
Volta à Europa em 1923 e tem contato com os modernistas que lá se encontravam: intelectuais, pintores, músicos e poetas.  Inicia sua pintura “pau-brasil” dotada de cores e temas acentuadamente brasileiros. Em 1926 expõe em Paris, obtendo grande sucesso. Casa-se no mesmo com Oswald de Andrade. Em 1928 pinta o “Abaporu” .
Em 1933 pinta o quadro “Operários” e dá início à pintura social no Brasil. No ano seguinte participa do I Salão Paulista de Belas Artes.  De 1936 à 1952, trabalha como colunista nos Diários Associados.
Nos anos 50 volta ao tema “pau brasil”. Participa em 1951 da I Bienal de São Paulo. Em 1963 tem sala especial na VII Bienal de São Paulo e no ano seguinte participação especial na XXXII Bienal de Veneza. Faleceu em São Paulo no dia 17 de janeiro de 1973.

Disponível em:  www.tarsiladoamaral.com.br

Projeto Mestre das Artes

Cada  turma tabalhou um pintor,  exploraram a biografia, apreciaram as obras e confeccionaram novas pinturas com muito entusiamos.

VOLTEI !

TIVE QUE ME AUSENTAR DO MUDO VIRTUAL PARA RESOLVER UMAS COISAS, MAS JÁ ESTOU DE VOLTA.
EM BREVE POSTAREI NOVIDADES E ESTAREI ATENDENDO A TODAS AS SOLICITAÇÕES...

♥♥  BEIJINHOS  ♥♥

BRUNA VALERIANO


quarta-feira, 17 de março de 2010

Lembrancinhas para Páscoa



Música ''O coelhinho''

(variação da cantiga O pastorzinho)

Havia um coelhinho que queria se gabar.
Saiu de sua toca e aos bichos foi falar:
Dó-ré-mi-fá-fá-fá
Dó-ré-dó-ré-ré-ré
Dó-sol-fá-mi-mi-mi
Dó-ré-mi-fá-fá-fá

Chegando na floresta
um amigo lhe falou,
dizendo ao coelhinho:
O seu canto me agradou!
Dó-ré-mi-fá-fá-fá
Dó-ré-dó-ré-ré-ré
Dó-sol-fá-mi-mi-mi
Dó-ré-mi-fá-fá-fá

Páscoa é ...



Ser capaz de mudar,
é partilhar a vida na esperança,
é lutar para vencer toda sorte de sofrimento.
Páscoa é dizer sim ao amor e à vida,
é investir na fraternidade,
é lutar por um mundo melhor,
é vivenciar a solidariedade.
Páscoa é ajudar mais gente a ser gente,
é viver em constante libertação,
é crer na vida que vencer a morte.
Páscoa é renascimento,
é recomeço,
é uma nova chance pra gente melhorar as coisas que não gostamos em nós.
Para sermos mais felizes por conhecermos a nós mesmos mais um pouquinho
e vermos que hoje somos melhores do que fomos ontem.

Feliz Páscoa!

domingo, 7 de março de 2010

Dia Internacional da Mulher

POR QUE AS PESSOAS GRITAM QUANDO ESTÃO ABORRECIDAS

Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:
- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
- Gritamos porque perdemos a calma – disse um deles.
- Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado? – questionou novamente o pensador.
- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça. – retrucou outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar:
- Então, não é possível falar-lhe em voz baixa?
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então, ele esclareceu:
- Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito. Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas? Elas não gritam. Falam suavemente. E, por que? Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram. E, quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta. Seus corações se entendem. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o pensador conclui, dizendo:
- Quando vocês discutem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta...

Dicas para a leitura

sábado, 6 de março de 2010

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO



PROJETAR – significa lançar-se para frente. Portanto, para elaaborar um projeto, é preciso ousadia, discussão, relfexão, desejo de renovação e, sobretudo, participação de todos os envolvidos no processo escolar.

O QUE É?
• Instrumento de conquista e consolidação da autonomia da escola que possibilita a democratização das relações de poder no âmbito escolar;

• Participação compartilhada (toda comunidade escolar – pais, alunos, docentes, funcionários) do processo decisório, apontando problemas e discutindo as possíveis soluções;

• Insturmento singurlar, embora produto de construção coletiva, único de cada escola, retrato de sua realidade atual e prospectiva: sua filosofia, seu posicionamento pedagógico, seu cotidiano e sua gestão;

• Resultado de um processo de planejamento participativo no qual todos os integrantes da comunidade escolar discutem os objetivos maiores da escola, seus problemas e os caminhos que serão traçados para resolvê-los;

• Projeto que delineia rumos futuros para a escola, revendo o que está instituido para instituir outra realidade;

• Instrumento, sempre de caráter Político, na medida em que implica reflexão sobre a sociedade que temos, posicionamentos, opções e ações com relação à sociedade que desejamos construir, que se expressa, certamente, numa escola que se pretende cidadã, autônoma, questionadora, inquieta e construtora de um futuro social melhor.

• Instrumento que se constitui em um norte para a ação pedagógica, que busca resgatar o sentido político libertador da ação educacional.

- Segundo Vasconcellos (1995) : “ um instrumento teórico-metodológico que objetiva auxiliar o enfrentamento dos desafios cotidianos, de forma refletida e participativa”. Que nos indica como metodologia a problematização da realidade.

- Gandim (1994) sugere algumas questões importantes que ajundam na reflexão sobre esta realidade, através de perguntas que desafiem os sujeitos, incitando-os à reflexão, ao debate e à tomada de decisões.



OBJETIVOS:
• Criar processos de articulação entre a escola e a sociedade, ao mesmo tempo que ressalta a necessária participação dos docentes na sua elaboração.

ETAPAS CONSTITUTIVAS DO PROJETO PEDAGÓGICO

1.1 – Identificação da Unidade Escolar:

• entidade mantenedora /nome e endereço completo /decreto de criação /cursos que oferece, com níveis e modalidas com as respectivas matrizes curriculares /estrutura dos cursos (séries /ciclos,grupos não seriados)

1.2 - Fundamentação teórica e política:

• que tipo de sociedade que deseja auxiliar a construir e de cidadão que busca formar e, consequentemente,qual o posicionamento pedagógico que pretende adotar.

1.3 – Programação:

• Proposta de ação para aproximar a realidade existente da realidade desejada (ações concretas):

- projetos para atualização de professores;

- projetos interdisciplinares;

- projetos envolvendo a comunidade;

- gestão de recursos;

- compra de equipamentos para escola;

- reestruturação do espaço físico e social, etc...



1.4 – Estrutura e Organização da Escola

• Recursos humanos existenes/ calendário escolar /matrícula /organização de turmas /transferência/ turnos e horários da escola /sistema de avaliação /recursos físicos disponíveis (salas de aula, biblioteca, espaços de novas tecnologias, espaços livres, etc.)/currículo, programas e projetos.

- Quanto aos turnos e horário da escola = o calendário prevê tempo destinado ao encontro dos professores para estudo, discussão e implementação de projetos?

- Quanto aos recursos físicos = existem horários para frequência à bilbioteca pelos alunos e professores?

- Quanto ao sistema de avaliação = como é organizada a avaliação no cotidiano da escola? Quais os objetivos da avaliação? O que acontece com o aluno reprovado: melhora, piora ou mantém o mesmo rendimento?

- Critérios = a escola vai trabalhar com nota, conceito, relatório, registro individual?

- Procedimentos = como é organizada a prática avaliativa nas diferentes disciplinas? Há uma discussão prévia dos professores?

- Recuperação paralela = como a escola planeja esta recuperação? Existem aulas de reforço para os alunos que não acompanham o grupo?

- Progressão parcial = como é oferecida a dependência? Os alunos podem efetivamente frequentá-la? Os professores organizam programas especiais? Como têm sido os resultados da dependência?

- Aceleração da parendizagem = quais as estratégias que têm sido desenvolvidas e o que fazer para obter melhores resultados?

- Quanto ao currículo, programas e projetos = as disciplinas são trabalhadas através da grande quantidade de conteúdos ou há uma preocupação com a seleção e o aprofundamento daqueles que realmente têm significado para a construção da cidadania do aluno? As disciplinas são ensinadas isoladmente ou procura-se integrar as áreas do conhecimento? De que modo se processa essa integração: por temas, por conceitos, por projetos?


Gestão Escolar Democrática

• Participação dos diferentes segmentos da escola no processo decisório;

• Organização disciplinar: direitos e deveres do alunado, do professor, do funcionário (Regimento Escolar);

• Organização do Grêmio Escolar;

• Estabelecimento de competência dos diferentes setores da escola;

• Oferecimento de espaços de formação continuada;

• Participação da comunidde no cotidiano escolar.

1.5 – Acompanhamento e Avaliação do Projeto Pedagógico

• O PPP necessita de acompanhamento sistemático para que se possa verificar se o planejamento está adequado, quais os objetivos que foram atingidos, quais as metas que não foram alcançadas e quais
ações necessitam de redirecionamento. Assim, é preciso que o grupo estabeleça como pretende realizar o processo de avaliação e acompanhamento do PPP, quando de sua elaboração.

Prof. Maria Celeste Lameira




domingo, 28 de fevereiro de 2010

O fazer artistico na Educação Infantil


Como o mundo é repleto de significados e cheio de descobertas, nesta fase da infância! O ensino de Arte aborda uma série de significações, tais como: o senso estético, a sensibilidade e a criatividade.


A criança na educação infantil, se encontra em fase de pensamento concreto e faz largo uso de seus sentidos para enriquecer suas experiências. Nesta fase, as atividades artísticas fornecerão ricas oportunidades para o seu desenvolvimento, uma vez que, põem ao seu alcance os mais diversos tipos de material para manipulação.

Quando as habilidades infantis são estimuladas, ajudam no processo de aprendizagem, pois desenvolvem a percepção e a imaginação - recursos indispensáveis para a compreensão de outras áreas do conhecimento humano. Estabelecendo, sempre, um diálogo entre todos os participantes da turma - que é uma questão fundamental para que haja uma comunicação ampla - que será ampliado, desenvolvido, trabalhado, estimulado, aprimorado e praticado com constância para que a criança tenha o máximo desempenho de sua capacidade cognitiva.

Dicas de atividades :



01- DESENHO COM FOLHA DE PLANTA:


Desenhar com giz de cera usando folhas de diversas formas e tamanhos.









02 - DESENHO ESPELHO:


Oriente os alunos a dobrar a folha de papel ofício ao meio e pingar cola colorida na dobra – tornar a dobrar a folha e aparecerá uma surpresa.







03 - BOLINHAS DE SABÃO:


Material Necessário: anilinas, detergente incolor, canudos, papel ofício e copos descartáveis.

Procedimento: Coloque um pouco de detergente com algumas gotas de anilina no copo ( cada copo com uma cor diferente ) – os alunos deverão molhar o canudo nos copos e soprar fazendo bolinhas de sabão no papel oficio.

OBS: Uma técnica que surte efeito muito bonito mas é necessário que o professor tenha muita atenção para que as crianças não engulam o detergente.


04- DESENHO MÁGICO:


Desenhar no papel usando apenas giz de cera branco, em seguida, com pincel passe tinta guache em toda folha. As crianças adoram a surpresa!








05 - DESENHO LIVRE BRANCO NO PRETO:

Material Necessário: papel cartão preto, giz de cera branco e creme dental branco.

Procedimento: Desenhar livremente no papel cartão usando o giz e o creme dental.

 
 
 
06 - TEXTURA, FORMA E COR:


Colagem de areia colorida em quadrados, triângulos e círculos.

 
 
 
 
 
 
 
07 - PAPEL ÚMIDO:


Molhar a folha com algodão e pintar em seguida com tinta guache

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Outras idéias: Pintar com os dedos, com esponjas, com escova de dente, com giz de lousa molhado no leite, desenhar na lixa, desenhar com hidrocor sobre papel camurça.


A criança trabalha com as mãos, aprendendo e apreendendo o mundo; vê através delas, manipulando e modificando, destruindo e construindo, observando, mas sobretudo criando. Através das atividades lúdicas a criança consegue se exprimir; entretanto, também se torna necessário mostrar-lhe alternativas, perspectivas e concepções: a Arte como co-autora da nossa sociedade - ampliando, assim, sua visão de possibilidades, na experiência entre o real e o imaginário, do comparativo e do demonstrativo da realidade humana.

Compete ao professor a estimulação da criança, em todos os sentidos visuais e perceptivos, pois sua sensibilidade e criatividade serão privilegiadas.

FONTE: http://www.projetospedagogicosdinamicos.com/

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Eu vou participar ...


Amigas blogueiras...

Voltei a rotina ( trabalho x faculdade ) e  estou ficando sem tempo de entrar no blog constantemente...
Mais não se preocupem no final de semana estarei postando novidades e enviando os pedidos do material de cultura africana a todas .
Beijos

Até breve

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

A AVALIAÇÃO NA CONSTRUÇÃO DE SABERES


A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9394/96 estabelece que deve haver avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais. Portanto, se faz necessário aprofundarmos a discussão sobre o tema, tomarmos consciência do papel social da escola e ressignicarmos a avaliação, no intuito de integrá-la ao processo ensino-aprendizagem.


Pois, se avaliarmos para perceber as dificuldades de nossos alunos e ajudando-os a superá-las, sem expô-los, instigando-os a buscar mais e de forma prazerosa o conhecimento e elogiando seus progressos, estaremos fazendo crescer sua auto-estima, despertando seu interesse e predispondo-o para a aprendizagem. E assim, a avaliação estará realmente cumprindo seu papel.

Ao considerarmos ser o papel da avaliação escolar o de orientar o processo de aprendizagem, tanto para os alunos quanto para os professores, constatamos que um diagnóstico, por si só, não tem qualquer validade, pois de nada adianta classificar os alunos por números ou letras se o resultado não servir de guia à busca de melhorias, soluções alternativas para as dificuldades de aprendizado e construção conjunta de novas oportunidades de constituição de saberes e conhecimentos.

Assim, sempre será necessário refletir sobre: Como avaliar? Por que avaliar? O que fazer com os resultados obtidos? Pois, a concepção ideal da avaliação engloba necessariamente a avaliação do próprio professor, diz a psicopedagoga Regina Wakim. Portanto, é essencial o professor se auto-avaliar, percebendo a forma como está promovendo as situações de aprendizagem e, se está atendendo ou não às necessidades individuais de cada aluno.

Dessa forma, sem o envolvimento integral professor/aluno no processo avaliativo, na busca da promoção da melhor qualidade do ensino-aprendizagem, a avaliação perde sua finalidade e, não atinge seu fim último que, deve ser a conquista de conhecimentos e do prazer em descobrir coisas novas e significativas.

Então, encontrar o tom ideal da avaliação deve ser uma das principais metas do professor, pois ao dizermos que sua postura deve ser de acolher o aluno, de buscar entendê-lo, de descortinar-lhe os horizontes do saber, de mostrar-lhe as possibilidades de alcançar uma vida mais digna, destaca-se mais uma vez, a importância da avaliação, na construção do exercício de um diálogo franco em todos os momentos do processo ensino-aprendizagem, inspirando confiança, participação e integração do grupo, na direção do êxito.



sábado, 30 de janeiro de 2010

PRÁTICA EDUCATIVA CONSCIENTE: UMA NOVA VISÃO PARA 2010

O professor, ao planejar, deve refletir sobre tudo que diz respeito ao processo de constituição de conhecimentos, conceitos e valores e, não só em relação aos conteúdos a serem trabalhos, os quais devem apresentar como aspecto relevante, sua função social.



Nessa reflexão precisa-se considerar que o planejamento deve atender às especificidades dos educandos e da comunidade, procurando se aproximar ao máximo possível do contexto social, conectando-se ao mundo e às constantes transformações, de modo a intermediar e aprimorar os vários conhecimentos e linguagens.


“Quanto mais separado da experiência um determinado conteúdo, maiores e mais complicadas as mediações verbais”, afirma Rubem Alves. Portanto, tudo o que se experimenta e se vive é mais facilmente interiorizado.


Assim, o professor, deve constantemente refletir sobre: Que realidade temos? Que realidade pretendemos? Como chegar ao que pretendemos? E, ao planejar-se para responder a estas perguntas, propor a si mesmo um ambiente de sala de aula que privilegie o seu crescimento pessoal e profissional e, também de seus alunos, na interação, onde ele e alunos possam aprender um com os outros, marcando esse espaço por momentos de troca de experiências, de conhecimentos, onde o crescimento ocorra de maneira coletiva.


Por isso, é imprescindível, também, que o professor acredite nas potencialidades de seus alunos e, esteja continuamente incentivando-as e, investindo nelas.


Michel Foucault (1926-84), afirma que o saber constitui um instrumento efetivo de poder e de controle. Por isso, ao analisarmos que o mundo atual é caracterizado mais por dúvidas do que por certezas e que, vivemos em uma sociedade em constante mudança, marcada tanto pelos avanços científicos e tecnológicos, responsáveis por profundas transformações nos rumos da humanidade, como pelas mazelas do desenvolvimento desenfreado e desigual, verificamos que o constante aperfeiçoamento do educador nesse processo de crescimento recíproco é essencial. Seus conhecimentos precisam ser atualizados e consolidados, de forma a se sentir capaz de utiliza-los com o máximo de aproveitamento e destreza em meio à diversidade, pois é por meio dela que temos a oportunidade de desenvolver os diferentes tipos de inteligência.


Sabemos que ao longo do período letivo o olhar do professor precisa ser acolhedor, entendendo as diferenças individuais, e suas ações voltadas para a possibilidade de superação e sucesso, pois ele é o mediador de esperanças, e se desanimar estará comprometendo inúmeras vidas.


Por isso, se desejamos formar cidadãos, sujeitos de seu próprio conhecimento, autônomos e críticos, temos que primeiro servir de exemplo, pois a escola é o lugar de compartilhar, de crescer e de se realizar.


Assim, como “arremate” de nossa reflexão, devemos lembrar que a postura diante da avaliação é preponderante.


Ao avaliar, o professor, deve procurar ter uma visão global do educando, compreendendo o constante processo de constituição de conhecimentos, não perdendo de vista os objetivos propostos.


Avaliar é acolher, construir e incluir. Sugere ação, tomada de decisão. Por isso, não se deve utilizar a avaliação como instrumento de exclusão e classificação, pois a avaliação deve, principalmente, viabilizar um ensino melhor.


Deve-se, pois, avaliar como se tem usado os mecanismos de avaliação: Como recurso disciplinar? Como recurso de classificação? Como recurso de pura aprovação ou reprovação? Como recurso de libertação? Como recurso de submissão?


Aplicar instrumentos de avaliação requer cuidado porque se trata de seres humanos com suas peculiaridades e múltiplas experiências, as quais não são detectadas em um único momento e, sim, ao longo de um processo.


Portanto, avaliar deve representar, principalmente, o comprometimento de todos (alunos e professores) com a melhoria da qualidade de ensino-aprendizagem e de vida.


LEMBREM-SE: “nada de grande no mundo é feito sem paixão” - Georg Wilhelm Friedrich Hegel (filósofo alemão)


MARIA CELESTE

DEDOCHES


FANTOCHES



 


segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Criando o ambiente alfabetizador

A sala de aula da Educação Infantil pode e deve ser um ambiente propício para desenvolver todas as habilidades de maneira prazerosa. Assim deverá conter  inúmeros materiais adequados à realização de atividades lúdicas, previamente planejadas com o intuito de desenvolver as habilidades necessárias.

As atividades denominadas "rotineiras", como a chamadinha básica com os nomes e fotos dos alunos; a janelinha do tempo; o cartaz dos dias da semana, poderá ser introduzido também,uma importante notícia do dia, uma data especial, um acontecimento na escola, ou simplesmente a conclusão do dia registrada por escrito juntamente com os alunos.
 
Então, aqui estão algumas sugestões, idéias, que devem ser analisadas e adequadas a cada professor, a cada escola, a cada turma, e até, a cada aluno.


CHAMADINHA EXPOSTA NO CARTAZ DE PREGAS


 


 JANELINHA DO TEMPO


GALERIA DO AUTO - RETRATO


PAINEL DE ANIVERSARIANTES